terça-feira, 17 de abril de 2012

Ambev abre inscrições para programa de Trainee Industrial

Com cerca de 20 mil inscritos em 2011, a Ambev abre inscrições para programa de Trainee Industrial, pela terceira vez. A empresa investe em um treinamento específico para encontrar os futuros líderes industriais da companhia e seleciona, até 1º de maio de 2012, estudantes universitários interessados em uma carreira de engenheiro industrial ou mestre cervejeiro.
O treinamento começa em agosto e o salário inicial é de R$ 4.300. Não há limite de vagas e o treinamento tem duração de até 12 meses. Uma vez aprovados no processo seletivo, os trainees tornam-se imediatamente funcionários.  As inscrições devem ser realizadas pelo site www.traineeambev.com.br.
Os candidatos passarão por um teste online de português, inglês e raciocínio lógico e dinâmicas de grupo - que ocorrerão por todo o país e entrevistas individuais. Podem se inscrever estudantes de todo o país, formados desde o segundo semestre de 2010 ou que irão se formar em julho deste ano nos cursos de engenharia, química, farmácia, agronomia, biologia, ciências da alimentação e biotecnologia. "Sentimos a necessidade de garantir bons profissionais para nossas plantas e produção. Por isso, apostamos em um treinamento mais focado nessas áreas", explica Daniel Cocenzo, gerente de Gente & Gestão.
Em 2011, o investimento na Universidade Ambev foi recorde: R$ 26,7 milhões. Valor 18,7% superior em relação a 2010. Nos 17 anos da UA já foram investidos mais de R$ 150 milhões para oferecer aos funcionários treinamentos em todas as áreas da companhia, além de bolsas de graduação e pós-graduação. Resultado desse constante investimento é que, no ano passado, mais de 5 mil funcionários foram promovidos verticalmente e quase 7 mil horizontalmente. Das atuais posições de liderança da Companhia, cerca de 110 ingressaram na empresa por meio de programas de trainee.
Fonte: concursosnobrasil.com.br

sábado, 14 de abril de 2012

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EVANGELHO DO DIA


Ano B - Dia: 14/04/2012



As várias aparições do Ressuscitado

Mc 16,9-15

Jesus ressuscitou no domingo bem cedo e apareceu primeiro a Maria Madalena, de quem havia expulsado sete demônios. Ela foi contar isso aos companheiros de Jesus, pois eles estavam tristes e chorando. Quando a ouviram dizer que Jesus estava vivo e que tinha aparecido a ela, eles não acreditaram. Depois disso Jesus se apresentou com outra aparência a dois discípulos que iam caminhando para o campo. Eles voltaram e foram contar isso aos outros discípulos, e estes não acreditaram no que os dois disseram.
Por último Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto eles estavam à mesa, comendo. Ele os repreendeu por não terem fé e por teimarem em não acreditar no que haviam contado os que o tinham visto ressuscitado. Então ele disse:
- Vão pelo mundo inteiro e anunciem o evangelho a todas as pessoas.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 09/04/2012



As mulheres dão a Boa-Notícia da Ressurreição
Leitura Orante


Mt 28,8-15


Elas foram embora depressa do túmulo, pois estavam com medo, mas muito alegres. E correram para contar tudo aos discípulos. De repente, Jesus se encontrou com elas e disse: - Que a paz esteja com vocês! 
Elas chegaram perto dele, abraçaram os seus pés e o adoraram. 
Então Jesus disse:- Não tenham medo! Vão dizer aos meus irmãos para irem à Galiléia, e eles me verão ali. 
O boato dos soldados 
Enquanto as mulheres ainda estavam no caminho, alguns dos soldados que estavam vigiando o túmulo voltaram para a cidade e contaram aos chefes dos sacerdotes tudo o que havia acontecido. Os chefes se reuniram com os líderes judeus e fizeram os seus planos. Então deram uma grande quantia de dinheiro aos soldados e ordenaram o seguinte: 
- Digam que os discípulos dele vieram de noite, quando vocês estavam dormindo, e roubaram o corpo. Se o Governador souber disso, nós vamos convencê-lo de que foi isso mesmo o que aconteceu, e vocês não terão nenhum problema. Os soldados pegaram o dinheiro e fizeram o que os chefes dos sacerdotes tinham mandado. E esse boato se espalhou entre os judeus até o dia de hoje.

sábado, 7 de abril de 2012

AGENDA PAROQUIA SR. BOM JESUS DA CANA VERDE: SÁBADO SANTO - 07/04/2012


DIA 07 DE ABRIL -  SÁBADO SANTO

08 HORAS - Meditação das Sete Dores de Maria na Igreja Matriz

09 HORAS - Confissões na Igreja Matriz

21 HORAS - Solene Vigília Pascal: Esta vigília é o ponto alto de todo o Ano Litúrgico, a celebração mais importante na vida do cristão. Os fiéis jamais deveriam faltar a esta vigília. Nesta celebração faz-se a renovação das promessas do Batismo (OBS: Todos devem trazer velas).

SAIBA MAIS:



O sábado é o terceiro dia do Tríduo: no chão junto à ele, durante sete dias e e sete noites com Cristo no sepulcro.

"Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73).

No dia do silêncio: a comunidade cristã vela junto ao sepulcro. Calam os sinos e os instrumentos. É ensaiado o aleluia, mas em voz baixa. É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar está despojado. O sacrário aberto e vazio. 

A Cruz continua entronizada desde o dia anterior. Central, iluminada, com um pano vermelho com o louro da vitória. Deus morreu. Quis vencer com sua própria dor o mal da humanidade. É o dia da ausência. O Esposo nos foi arrebatado. Dia de dor, de repouso, de esperança, de solidão. O próprio Cristo está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado. Depois de seu último grito da cruz "por que me abandonaste?", agora ele cala no sepulcro. Descansa: "consummantum est", "tudo está consumado". Mas este silêncio pode ser chamado de plenitude da palavra. O assombro é eloqüente. "Fulget crucis mysterium", "resplandece o mistério da Cruz".

O Sábado é o dia em que experimentamos o vazio. Se a fé, ungida de esperança, não visse no horizonte último desta realidade, cairíamos no desalento: "nós o experimentávamos… ", diziam os discípulos de Emaús.

É um dia de meditação e silêncio. Algo pareceido à cena que nos descreve o livro de Jó, quando os amigos que foram visitá-lo, ao ver o seu estado, ficaram mudos, atônitos frente à sua imensa dor: "Sentaram-se no chão ao lado dele, sete dias e sete noites, sem dizer-lhe uma palavra, vendo como era atroz seu sofrimento" (Jó. 2, 13).

Ou seja, não é um dia vazio em que "não acontece nada". Nem uma duplicação da Sexta-feira. A grande lição é esta: Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo em que pode ir uma pessoa. E junto a Ele, como sua Mãe Maria, está a Igreja, a esposa. Calada, como ele. O Sábado está no próprio coração do Tríduo Pascal. Entre a morte da Sexta-feira e a ressurreição do Domingo nos detemos no sepulcro. Um dia ponte, mas com personalidade. São três aspectos -não tanto momentos cronológicos- de um mesmo e único mistério, o mesmo da Páscoa de Jesus: morto, sepultado, ressuscitado: 

"...se despojou de sua posição e tomou a condição de escravo…se rebaixou até se submeter inclusive à morte, quer dizer, conhecesse o estado de morte, o estado de separação entre sua alma e seu corpo, durante o tempo compreendido entre o momento em que Ele expirou na cruz e o momento em que ressuscitou. Este estado de Cristo morto é o mistério do sepulcro e da descida à mansão dos mortos. É o mistério do Sábado Santo em que Cristo depositado na tumba manifesta o grande repouso sabático de Deus depois de realizar a salvação dos homens, que estabelece na paz o universo inteiro". 

Vigília Pascal

A celebração é no sábado à noite, é uma Vigília em honra ao Senhor, segundo uma antiqüíssima tradição, (Ex. 12, 42), de maneira que os fiéis, seguindo a exortação do Evangelho (Lc. 12, 35 ss), tenham acesas as lâmpadas como os que aguardam a seu Senhor quando chega, para que, ao chegar, os encontre em vigília e os faça sentar em sua mesa.

A Vigília Pascal se desenvolve na seguinte ordem: 

Breve Lucernário 
Abençõa-se o fogo. Prepara-se o círio no qual o sacerdote com uma punção traça uma cruz. Depois marca na parte superior a letra Alfa e na inferior Ômega, entre os braços da cruz marca as cifras do anos em curso. A continuação se anuncia o Pregão Pascal.

Liturgia da Palavra

Nela a Igreja confiada na Palavra e na promessa do Senhor, media as maravilhas que desde os inícios Deus realizou com seu povo.

Liturgia Batismal

São chamados os catecúmenos, que são apresentados ao povo por seus padrinhos: se são crianças serão levados por seus pais e padrinhos. Faz-se a renovação dos compromissos batismais.

Liturgia Eucarística

Ao se aproximar o dia da Ressurreição, a Igreja é convidada a participar do banquete eucarístico, que por sua Morte Ressurreição, o Senhor preparou para seu povo. Nele participam pelas primeira vez os neófitos.

Toda a celebração da Vigília Pascal é realizada durante a noite, de tal maneira que não se deva começar antes de anoitecer, ou se termine a aurora do Domingo.

A missa ainda que se celebre antes da meia noite, é a Missa Pascal do Domingo da Ressurreição. Os que participam desta missa, podem voltar a comungar na segunda Missa de Páscoa.

O sacerdote e os ministros se revestem de branco para a Missa. Preparam-se os velas para todos os que participem da Vigília.


Fonte: www.catequisar.com.br

sexta-feira, 6 de abril de 2012

AGENDA SEXTA-FEIRA SANTA EM RIBEIRÃO BONITO

Fonte: Paróquia Sr. Bom Jesus da Cana Verde



foto -blog do ronco - www.blogdoronco.com.br


8 HORAS - Confissões na Igreja Matriz


10 HORAS - Confissões na Igreja Matriz


Adoração do Santíssimo: "Permanecei aqui e vigiai comigo... Como? Não fostes capazes de vigiar comigo por uma hora!" (Mt 26, 38-40). Participe, não falte a este compromisso de oração:


00 HORAS - Comunidade Matriz: Alzira Pena, Fatíma C. Ferrari, Vroni Viruel e Celia Moretti


01 HORA - Comunidade Matriz: Floriza Lopes, Maria Clara de Castro, Neide Paloni e Roseli de Souza


02 HORAS - Comunidade Matriz: Rosa Artali Gazarini, Léa Maria G. Pinceli, Zenaide Costa e Joel Rodrigues


03 HORAS - Comunidade de Jovens e Escalada: Diácono Danilo Rosa de Moraes


04 HORAS - Comunidade Morumbi: Bernadete Clemente, Leilian R. M. Malfati, Rita Gomes, Idalmira Locatelli, Lucia Rios Martinez, Silvia Ap. Perroni e Maria Stenico Perroni


05 HORAS - Comunidade Matriz: Francisco Gomes, Benedita B. R. Moraes e Aparecida Franco de Oliveira


06 HORAS - Comunidade Novo Ribeirão: Marcelina Beatriz P. Aiello, Fátima F. Nicoleti, Maria do Carmo B. Dinardo, Aparecida Gomes e Antonia Inês Camilo


07 HORAS - Comunidade São Francisco (Malvinas): Todos os setores com o Coordenação Geral de Maria Ap. de Souza Paula


08 HORAS - Comunidade Centenário: Luzia Barraca, Maria Donizetti M. dos Santos (Neta), Maria José Bertosse, Valter Donizeti Martins, Cleide e Angelita


09 HORAS - Migrantes: Seminarista André Elias Pires, Vanderlan e Joana D'Arc


10 HORAS - Crianças e Catequistas: Seminarista André Elias Pires


11 HORAS - Comunidade Centenário: Leonor Brozzi e Fátima Mochiute


12 HORAS - Comunidade Jardim São Paulo: Paulo e Jeane de Souza


13 HORAS - Apostolado da Oração: Fernando e Leda Bartol


14 HORAS - Comunidades Rurais e Renovação Carismática: José e Ivanilde Zonta, e Neusa Oprini


Dia de Jejum e Abstinência: O jejum é para os de 18 a 60 anos e a abstinência de carne também para os acima de 14 anos.


15 HORAS - Ação Litúrgica Solene: Leitura da Paixão, Orações Solenes, Adoração da Cruz e Comunhão


19:30 HORAS - Celebração da Descida da Cruz


20 HORAS - Procissão do Senhor Morto.

SEXTA-FEIRA SANTA - SAIBA MAIS...

 foto - arquivo


A tarde de Sexta-feira Santa apresenta o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Com a Paixão de Jesus segundo o Evangelho de João comtemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que lhe traspassou o lado. 

São João, teólogo e cronista da paixão nos leva a comtemplar o mistério da cruz de Cristo como uma solene liturgia. Tudo é digno, solene, simbólico em sua narração: cada palavra, cada gesto. A densidade de seu Evangelho agora se faz mais eloqüente. E os títulos de Jesus compõem uma formosa Cristologia. Jesus é Rei. O diz o título da cruz, e o patíbulo é o trono onde ele reina. É a uma só vez, sacerdote e templo, com a túnica sem costura com que os soldados tiram a sorte. É novo Adão junto à Mãe, nova Eva, Filho de Maria e Esposo da Igreja. É o sedento de Deus, o executor do testamento da Escritura. O Doador do Espírito. É o Cordeiro imaculado e imolado, o que não lhe romperam os ossos. É o Exaltado na cruz que tudo o atrai a si, quando os homens voltam a ele o olhar.

A Mãe estava ali, junto à Cruz. Não chegou de repente no Gólgota, desde que o discípulo amado a recordou em Caná, sem ter seguido  passo a passo, com seu coração de Mãe no caminho de Jesus. E    agora está ali como mãe e discípula que seguiu em tudo a sorte de seu Filho, sinal de contradição como Ele, totalmente ao seu lado. Mas solene e majestosa como uma Mãe, a mãe de todos, a nova Eva, a mãe dos filhos dispersos que ela reúne junto à cruz de seu Filho. 

Maternidade do coração, que infla com a espada de dor que a fecunda. 

A palavra de seu Filho que prolonga sua maternidade até os confins infinitos de todos os homens. Mãe dos discípulos, dos irmãos de seu Filho. A maternidade de Maria tem o mesmo alcance da redenção de Jesus. Maria comtempla e vive o mistério com a majestade de uma Esposa, ainda que com a imensa dor de uma Mãe. São João a glorifica com a lembrança dessa maternidade. Último testamento de Jesus. Última dádiva. Segurança de uma presença materna em nossa vida, na de todos. Porque Maria é fiel à palavra: Eis aí o teu filho.

O soldado que traspassou o lado de Cristo no lado do coração, não se deu conta que cumpria uma profecia realizava um últmo, estupendo gesto litúrgico. Do coração de Cristo brota sangue e água. O sangue da redenção, a água da salvação. O sangue é sinal daquele maior amor, a vida entregue por nós, a água é sinal do Espírito, a própria vida de Jesus que agora, como em uma nova criação derrama sobre nós.

A Celebração

Hoje não se celebra a missa em todo o mundo. O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos. Recordamos a morte de Jesus. Os ministros se prostram no chão frente ao altar no começo da cerimônia. São a imagem da humanidade rebaixada e oprimida, e ao mesmo tempo penitente que implora perdão por seus pecados.

Vão vestidos de vermelho, a cor dos mártires: de Jesus, o primeiro testeunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deram e continuam dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.

Ação litúrgica na Morte do Senhor

1. A ENTRADA

A impressionante celebração litúrgica da Sexta-feira começa com um rito de entrada diferente de outros dias: os ministros entram em silëncio, sem canto, vestidos de cor vermelha, a cor do sangue, do martírio, se prostram no chão, enquanto a comunidade se ajoelha, e depois de um espaço de silêncio, reza a oração do dia.

2. Celebração da Palavra

Primeira Leitura 
Espetacular realismo nesta profecia feita 800 anos antes de Cristo, chamada por muitos o 5º Evangelho. Que nos introduz a alma sofredora de Cristo, durante toda sua vida e agora na hora real de sua morte. Disponhamo-nos a vivê-la com Ele.

Leitura do Profeta Isaías 52, 13 ; 53

Eis que meu Servo há de prosperar, ele se elevará, será exaltado, será posto nas alturas. 
Exatamente como multidões ficaram pasmadas à vista dele - tão desfigurado estava seu aspecto e a sua forma não parecia a de um homem - assim agora nações numerosas ficarão estupefactas a seu respeito,reis permanecerão silenciosos, ao verem coisas que não lhes haviam sido contadas e ao tomarem consciência de coisas que não tinham ouvido.

Quem creu naquilo que ouvimos, e a quem se revelou o braço do Senhor? Ele cresceu diante dele como um renovo, como raiz que brota de uma terra seca; não tinha beleza nem esplendor que pudesse atrair o nosso olhar, nem formosura capaz de nos deleitar.

Era desprezado e abandonado pelos homens, um homem sujeito à dor, familiarizado com a enfermidade, como uma pessoa de quem todos escondem o rosto; desprezado, não fazíamos nenhum caso dele.
E no entanto, era as nossas enfermidades que ele levava sobre si, as nossas dores que ele carregava. 
Mas nós o tinhamos como vítima do castigo, ferido por Deus e humilhado.

Mas ele foi trespassado por causa de nossas transgressões, esmagado em virtude de nossas iniqüidades.

O castigo que havia de trazer-nos a paz, caiu sobre ele, sim, por suas feridas fomos curados.

Todos nós como ovelhas, andávamos errantes, seguindo cada um o seu próprio caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós. 

Foi maltratado, mas livremente humilhou-se e não abriu a boca, como cordeiro conduzido ao matadouro; como uma ovelha que permanece muda na presença de seus tosquiadores ele não abriu a boca.

Após a detenção e julgamento, foi preso. Dentre os seus contemporâneos, quem se preocupou com o fato de ter ele sido cortado da terra dos vivos, de ter sido ferido pela transgressão do seu povo?

Deram sepultura com os ímpios, o seu túmulo está com os ricos, se bem que não tivesse praticado violência nem tivesse havido engano em sua boca.

Mas o Senhor quis feri-lo, submetê-lo à enfermidade. Mas, se ele oferece a sua vida como sacrifício pelo pecado, certamente verá uma descendência, prolongará os seus dias, e por meio dele o desígnio de Deus há de triunfar.
Após o trabalho fatigante de sua alma ele verá a luz e se fartará. Pelo seu conhecimento, o justo, meu Servo, justificará a muitos e levará sbre si as suas transgressões.
Eis porque lhe darei um quinhão entre as multidões; com os fortes repartirá os despojos, visto que entregou sua alma à morte e foi contado com os transgressores, mas na verdade levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores fez intercessão.

Palavra do Senhor

Salmo responsorial

Neste Salmo, recitado por Jesus na cruz, entrecruzam-se a confiança, a dor, a solidão e a súplica: com o Homem das dores, façamos nossa oração.

Sl 30, 2 e 6. 12-13. 15-16. 17 e 25.
Senhor, em tuas mãos eu entrego meu espírito.

Senhor, eu me abrigo em ti: que eu nunca fique envergonhado; Salva-me por sua justiça. Leberta-me . em tuas mãos eu entrego meu espírito, é tu quem me resgatas, Senhor.

Pelos opressores todos que tenho já me tornei um escândalo; para meus vizinhos, um asco, e terror para meus amigos. Os que me vêem na rua fogem para longe de mim; fui esquecido, como um morto aos corações, estou como um objeto perdido.

Quanto a mim, Senhor, confio em ti, e digo: " tú és o meu Deus!". Meus tempos etão em tua mão: liberta-me da mão dos meus inimigos e perseguidores. Faze brilhar tua face sobre o teu servo, salva-me por teu amor. Sede firmes, fortalecei vosso coração, vós todos que esperais no Senhor.

Segunda leitura 
O Sacerdote é o que une Deus ao homem e os homens a Deus… Por isso Cristo é o perfeito Sacerdote: Deus e Homem. O Único e Sumo e Eterno Sacerdote. Do qual o Sacerdócio: o Papa, os Bispos, os sacerdotes e dos Diáconos unidos a Ele, são ministros, servidores, ajudantes…

Leitura da Carta aos Hebreus 4,14-16; 5,7-9.

Temos, portanto, um sumo sacerdote eminente, que atravessou os céus: Jesus, o Filho de Deus. Permaneçamos, por isso, firmes na profissão de fé. Com efeito, não temos um sumo sacerdote incapaz de se compadecer das nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado em tudo como nós, com exceção do pecado. Aproximemo-nos, então, com segurança do trono da graça para conseguirmos misericórdia e alcançarmos graça, como ajuda oportuna. 

É ele que, nos dias de sua vida terrestre, apresentou pedidos e súplicas, com veemente clamor e lágrimas, àquele que o podia salvar da morte; e foi atendido por causa da sua submissão. Embora fosse Filho, aprendeu, contudo, a obediência pelo sofrimento; e, levado à perfeição, se tornou para todos os que lhe obedeceram princípio da salvação eterna.

Palavra do Senhor.

Versículo antes o Evangelho (Fl 2, 8-9)

Cristo, por nós, humilhou-se e foi obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso Deus o sobreexaltou grandemente e o agraciou com o Nome que é acima de todo nome.

Como sempre, a celebração da Palavra, depois da homilia conclui-se com uma ORAÇÃO UNIVERSAL, que hoje tem mais sentido do que nunca: precisamente porque comtemplamos a Cristo entregue na cruz como Redentor da humanidade, pedimos a Deus a salvação de todos, crentes e não crentes.

3. Adoração da Cruz

Depois das palavras passamos a um ato simbólico muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da Santa Cruz é apresentada solenemente a Cruz à comunidade, cantando três vezes a aclamação: 

"Eis o lenho da Cruz, onde esteve pregada a salvação do mundo. Ó VINDE ADOREMOS", e todos ajoelhados uns instantes de cada vez, e então vamos, em procissão, venerar a Cruz pessoalmente, com um genuflexão (ou inclinação profunda) e um beijo (ou tocando-a com a mão e fazendo o sinal da cruz ); enquanto cantamos os louvores ao Cristo na Cruz :

4. A comunhão

Desde de 1955, quando Pio XII decidiu, na reforma que fez na Semana Santa, não somente o sacerdote - como até então - mas também os fiéis podem comungar com o Corpo de Cristo.

Ainda que hoje não haja propriamente Eucaristia, mas comungando do Pão consagrado na celebração de ontem, Quinta-feira Santa, expressamos nossa participação na morte salvadora de Cristo, recebendo seu "Corpo entregue por nós".

quinta-feira, 5 de abril de 2012

QUINTA-FEIRA SANTA EM RIBEIRÃO BONITO


9 horas - Confissões na Igreja Matriz


21 horas - Missa Solene da Ceia do Senhor


 Nesta Missa, faz-se a Memória da Instituição do Sacerdócio e da Caridade (Lava-pés e Mandamento Novo). O Senhor nos convida a celebrar com Ele a páscoa, memorial de libertação. Ceiamos com ele e lembramos os gestos de amor de Deus. Deixamos que Ele nos lave os pés e recebemos dele o mandamento do amor, tornando-nos assim testemunhas de tudo o que ele nos entregou e deixou. Celebramos a Páscoa de Jesus Cristo que se manifesta na Ceia da Aliança que o Senhor instituiu em sua memória. Nesta Missa, os Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão (MESC) renovam seus compromissos.

QUINTA-FEIRA SANTA


A liturgia da Quinta-feira Santa é um convite a aprofundar concretamente no mistério da Paixão de Cristo, já que quem deseja seguí-lo deve sentar-se à sua mesa e, com o máximo recolhimento, ser espectador de tudo o que aconteceu na noite em que iam entregá-lo.
E por outro lado, o mesmo Senhor Jesus nos dá um testemunho idôneo da vocação ao serviço do mundo e da Igreja que temos todos os fiéis quando decide lavar os pés dos seus discípulos.
Neste sentido, o Evangelho de São João apresenta a Jesus ‘sabendo que o Pai pôs tudo em suas mãos, que vinha de Deus e a Deus retornava’, mas que, ante cada homem, sente tal amor que, igual como fez com os discípulos, se ajoelha e lava os seus pés, como gesto inquietante de uma acolhida inalcansável.
São Paulo completa a representação lembrando a todas as comunidades cristãs o que ele mesmo recebeu: que aquela memorável noite a entrega de Cristo chegou a fazer-se sacramento permanente em um pão e em um vinho que convertem em alimento seu Corpo e seu Sangue para todos os que queiram recordá-lo e esperar sua vinda no final dos tempos, ficando assim instituída a Eucaristía.
A Santa Missa é então a celebração da Ceia do Senhor na qual Jesus, um dia como hoje, na véspera da su paixão, “enquanto ceava com seus discípulos tomou pão…” (Mt 26, 26).
Ele quis que, como em sua última Ceia, seus discípulos se reunissem e se recordassem dEle abençoando o pão e o vinho: “Fazei isto em memória de mim” (Lc 22,19).
Antes de ser entregue, Cristo se entrega como alimento. Entretanto, nesta Ceia, o Senhor Jesus celebra sua morte: o que fez, o fez como anúncio profético e oferecimento antecipado e real da sua morte antes da sua Paixão. Por isso “quando comemos deste pão e bebemos deste cálice, proclamamos a morte do Senhor até que ele volte” (1Cor 11, 26).
Assim podemos afirmar que a Eucaristia é o memorial não tanto da Última Ceia, e sim da Morte de Cristo que é Senhor, e “Senhor da Morte”, isto é, o Resuscitado cujo regresso esperamos de acordo com a promessa que Ele mesmo fez ao despedir-se: “Um pouco de tempo e já não me vereis, mais um pouco de tempo ainda e me vereis” (Jo 16, 16).
Como diz o prefácio deste dia: “Cristo verdadeiro e único sacerdote, se ofereceu como vítima de salvação e nos mandou perpetuar esta oferenda em sua comemoração”. Porém esta Eucaristia deve ser celebrada com características próprias: como Missa “na Ceia do Senhor”.
Nesta Missa, de maneira diferente de todas as demais Eucaristias, não celebramos “diretamente” nem a morte nem a ressurreição de Cristo. Não nos adiantamos à Sexta-feira Santa nem à noite de Páscoa.
Hoje celebramos a alegria de saber que esta morte do Senhor, que não terminou no fracasso mas no êxito, teve um por quê e um para quê: foi uma “entrega”, um “dar-se”, foi “por algo”ou melhor dizendo, “por alguém” e nada menos que por “nós e por nossa salvação” (Credo). “Ninguém a tira de mim,(Jesus se refere à sua vida) mas eu a dou livremente. Tenho poder de entregá-la e poder de retomá-la.” (Jo 10, 18), e hoje nos diz que foi para “remissão dos pecados” (Mt 26, 28c).
Por isso esta Eucaristia deve ser celebrada o mais solenemente possível, porém, nos cantos, na mensagem, nos símbolos, não deve ser nem tão festiva nem tão jubilosamente explosiva como a Noite de Páscoa, noite em que celebramos o desfecho glorioso desta entrega, sem a qual tivesse sido inútil; tivesse sido apenas a entrega de alguém mais que morre pelos pobres e não os liberta. Porém não está repleta da solene e contrita tristeza da Sexta-feira Santa, porque o que nos interessa “sublinhar” neste momento, é que “o Pai entregou o Seu Filho para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”(Jo 3, 16) e que o Filho entregou-se voluntariamente a nós apesar de que fosse através da morte em uma cruz ignominiosa.
Hoje há alegria e a Igreja rompe a austeridade quaresmal cantando o “glória”: é a alegria de quem se sabe amado por Deus; porém ao mesmo tempo é sóbria e dolorida, porque conhecemos o preço que Cristo pagou por nós.
Poderíamos dizer que a alegria é por nós e a dor por Ele. Entretanto predomina o gozo porque no amor nunca podemos falar estritamente de tristeza, porque aquele que dá e se entrega com amor e por amor, o faz com alegria e para dar alegria.
Podemos dizer que hoje celebramos com a liturgia (1a. Leitura) a Páscoa. Porém a da Noite do Êxodo (Ex 12) e não a da chegada à Terra Prometida (Js 5, 10-ss).
Hoje inicia a festa da “crise pascoal”, isto é, da luta entre a morte e a vida, já que a vida nunca foi absorvida pela morte mas sim combatida por ela. A noite do sábado de Glória é o canto à vitória porém tingida de sangue, e hoje é o hino à luta, mas de quem vence, porque sua arma é o amor.

ORKUT - O PIONEIRO




O Google decidiu forçar todos os usuários da versão antiga do Orkut a usarem a interface nova. A mudança começou nesta quarta-feira, segundo post no blog oficial.

De acordo com o texto, publicado por Hermes de Freitas, Bárbara Veloso e Natália Duarte, quem está ainda no Orkut antigo vai começar a ver uma interface “bem mais limpa e simples”. “Você pode ter percebido que há mais opções para personalizar o seu perfil. Você também pode ter notado que mover-se pelo seu perfil ficou bem mais rápido. Isso é porque hoje estamos começando a expandir a nova versão da plataforma para todos os usuários do Orkut”, escreveu a equipe da rede social.

A interface que o Google chama de “nova”, contudo, foi criada há cerca de três anos e causou bastante controvérsia. Muitos integrantes do Orkut não gostaram do novo visual, classificado como poluído, e preferiram continuar com o design original, que viam como mais prático e intuitivo. Não foram poucas as críticas, uma vez que a empresa tentou clonar o Facebook com a sua nova timeline e o botão “Gostou?“. Diante da alteração, vários internautas resolveram mostrar sua revolta migrando para o concorrente. A imposição da interface “nova” pode resultar em um novo êxodo. A interface mudou de novo no início do ano passado, mas o descontentamento continuou. Entre o fim do ano passado e o início deste, o Facebook passou o Orkut no Brasil.
É, também, um mal sinal para o Orkut. Mantê-lo funcionando em versões diferentes pode significar custos altos de infraestrutura. Como a rede vem encolhendo, não é difícil imaginar que a matriz do Google tenha mandado cortar os gastos, independentemente das consequências. Na visão dos executivos americanos, o que importa é o Google+. Quanto tempo mais será que o Orkut ainda vai durar?

quarta-feira, 4 de abril de 2012

QUARTA-FEIRA SANTA PARÓQUIA SR. BOM JESUS DA CANA VERDE - RIBEIRÃO BONITO - SP

10 HORAS - Missa do Crisma com a Benção do Óleo dos Enfermos e dos Catecúmenos na Catedral de São Carlos: Consagração do Óleo do Crisma. Todos os padres da Diocese participam desta Missa, onde renovam os compromissos sacerdotais. Dom Paulo, nosso Bispo Diocesano, convida todo o povo para participar desta Celebração

ENTENDA MELHORA Missa do Crisma deve ser celebrada na Igreja Catedral, Sé de toda a Igreja Particular.   No nosso caso na Catedral de São Carlos.  Por isso, o Senhor Bispo e os sacerdotes concelebram na  Catedral. Constituídos, na última Ceia, “servos do Mistério”, realizam eles a unidade do seu sacerdócio no único grande Sacerdote, Jesus Cristo. Nesta Santa Eucaristia manifesta-se o mistério do sacerdócio de Jesus Cristo, participado pelos ministros constituídos em cada Igreja local, que renovam hoje seu compromisso ao serviço do povo de Deus.

O Bispo Diocesano, cercado pelos outros sacerdotes, abençoa os Santos Óleos, que serão usados nos diversos sacramentos: o óleo do crisma, misturado com perfumes, para significar o dom do Espírito no batismo, na crisma, na ordem; o óleo para os catecúmenos, que será ministrado no Batismo quando o batizado torna-se participante da Igreja e herdeiro da vida futura no céu; e o óleo para os enfermos, sinal da força que liberta do mal e sustenta na provação da doença. Através de uma realidade terrena já transformada pelo trabalho do homem – o óleo – e de um gesto simples e familiar – a unção –, exprime-se a riqueza da nova existência em Cristo, que o Espírito continua a transmitir à Igreja até o fim dos séculos. 


15 HORAS - Missa dos Doentes na Matriz



19:30 HORAS - Procissão do Encontro

A imagem de Nossa Senhora das Dores sairá da Santa Casa, conduzida pelas mulheres, e a de Nosso Senhor dos Passos sairá da Igreja de São Benedito, conduzida pelos homens. O encontro será na Matriz.
Ano B - Dia: 04/04/2012
Judas trai Jesus
 Mt 26,14-25

 Então um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi falar com os chefes dos sacerdotes. Ele disse: - Quanto vocês me pagam para eu lhes entregar Jesus? E eles lhe pagaram trinta moedas de prata. E daí em diante Judas ficou procurando uma oportunidade para entregar Jesus. No primeiro dia da Festa dos Pães sem Fermento, os discípulos chegaram perto de Jesus e perguntaram: - Onde é que o senhor quer que a gente prepare o jantar da Páscoa para o senhor? Ele respondeu:- Vão até a cidade, procurem certo homem e digam: "O Mestre manda dizer: A minha hora chegou. Os meus discípulos e eu vamos comemorar a Páscoa na sua casa." Os discípulos fizeram como Jesus havia mandado e prepararam o jantar da Páscoa. Quando anoiteceu, Jesus e os doze discípulos sentaram para comer. Durante o jantar Jesus disse: - Eu afirmo a vocês que isto é verdade: um de vocês vai me trair. Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a perguntar: - O senhor não está achando que sou eu; está?Jesus respondeu: - Quem vai me trair é aquele que come no mesmo prato que eu. Pois o Filho do Homem vai morrer da maneira como dizem as Escrituras Sagradas; mas ai daquele que está traindo o Filho do Homem! Seria melhor para ele nunca ter nascido! Então Judas, o traidor, perguntou:- Mestre, o senhor não está achando que sou eu; está? Jesus respondeu: - Quem está dizendo isso é você mesmo.

sábado, 31 de março de 2012

PARA MEDITAR

DOMINGOS DE RAMOS - AGENDA 01/04/2012

DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR


08:30 - Benção dos Ramos na Igreja de São Benedito e procissão até a Matriz - Missa
15:00 - Jornada da Juventude
19:00 - Missa na Matriz
20:30 - Continuação da jornada com Adoração e Bênção


GESTO CONCRETO

Neste Domingo de Ramos se faz a coleta nacional da Campanha da Fraternidade.

Domingo de Ramos: Dia da Coleta Nacional da Solidariedade CF 2012: Frente Nacional de Prefeitos e CNBB

 Fonte: Portal Católico