quinta-feira, 5 de abril de 2012

QUINTA-FEIRA SANTA EM RIBEIRÃO BONITO


9 horas - Confissões na Igreja Matriz


21 horas - Missa Solene da Ceia do Senhor


 Nesta Missa, faz-se a Memória da Instituição do Sacerdócio e da Caridade (Lava-pés e Mandamento Novo). O Senhor nos convida a celebrar com Ele a páscoa, memorial de libertação. Ceiamos com ele e lembramos os gestos de amor de Deus. Deixamos que Ele nos lave os pés e recebemos dele o mandamento do amor, tornando-nos assim testemunhas de tudo o que ele nos entregou e deixou. Celebramos a Páscoa de Jesus Cristo que se manifesta na Ceia da Aliança que o Senhor instituiu em sua memória. Nesta Missa, os Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão (MESC) renovam seus compromissos.

QUINTA-FEIRA SANTA


A liturgia da Quinta-feira Santa é um convite a aprofundar concretamente no mistério da Paixão de Cristo, já que quem deseja seguí-lo deve sentar-se à sua mesa e, com o máximo recolhimento, ser espectador de tudo o que aconteceu na noite em que iam entregá-lo.
E por outro lado, o mesmo Senhor Jesus nos dá um testemunho idôneo da vocação ao serviço do mundo e da Igreja que temos todos os fiéis quando decide lavar os pés dos seus discípulos.
Neste sentido, o Evangelho de São João apresenta a Jesus ‘sabendo que o Pai pôs tudo em suas mãos, que vinha de Deus e a Deus retornava’, mas que, ante cada homem, sente tal amor que, igual como fez com os discípulos, se ajoelha e lava os seus pés, como gesto inquietante de uma acolhida inalcansável.
São Paulo completa a representação lembrando a todas as comunidades cristãs o que ele mesmo recebeu: que aquela memorável noite a entrega de Cristo chegou a fazer-se sacramento permanente em um pão e em um vinho que convertem em alimento seu Corpo e seu Sangue para todos os que queiram recordá-lo e esperar sua vinda no final dos tempos, ficando assim instituída a Eucaristía.
A Santa Missa é então a celebração da Ceia do Senhor na qual Jesus, um dia como hoje, na véspera da su paixão, “enquanto ceava com seus discípulos tomou pão…” (Mt 26, 26).
Ele quis que, como em sua última Ceia, seus discípulos se reunissem e se recordassem dEle abençoando o pão e o vinho: “Fazei isto em memória de mim” (Lc 22,19).
Antes de ser entregue, Cristo se entrega como alimento. Entretanto, nesta Ceia, o Senhor Jesus celebra sua morte: o que fez, o fez como anúncio profético e oferecimento antecipado e real da sua morte antes da sua Paixão. Por isso “quando comemos deste pão e bebemos deste cálice, proclamamos a morte do Senhor até que ele volte” (1Cor 11, 26).
Assim podemos afirmar que a Eucaristia é o memorial não tanto da Última Ceia, e sim da Morte de Cristo que é Senhor, e “Senhor da Morte”, isto é, o Resuscitado cujo regresso esperamos de acordo com a promessa que Ele mesmo fez ao despedir-se: “Um pouco de tempo e já não me vereis, mais um pouco de tempo ainda e me vereis” (Jo 16, 16).
Como diz o prefácio deste dia: “Cristo verdadeiro e único sacerdote, se ofereceu como vítima de salvação e nos mandou perpetuar esta oferenda em sua comemoração”. Porém esta Eucaristia deve ser celebrada com características próprias: como Missa “na Ceia do Senhor”.
Nesta Missa, de maneira diferente de todas as demais Eucaristias, não celebramos “diretamente” nem a morte nem a ressurreição de Cristo. Não nos adiantamos à Sexta-feira Santa nem à noite de Páscoa.
Hoje celebramos a alegria de saber que esta morte do Senhor, que não terminou no fracasso mas no êxito, teve um por quê e um para quê: foi uma “entrega”, um “dar-se”, foi “por algo”ou melhor dizendo, “por alguém” e nada menos que por “nós e por nossa salvação” (Credo). “Ninguém a tira de mim,(Jesus se refere à sua vida) mas eu a dou livremente. Tenho poder de entregá-la e poder de retomá-la.” (Jo 10, 18), e hoje nos diz que foi para “remissão dos pecados” (Mt 26, 28c).
Por isso esta Eucaristia deve ser celebrada o mais solenemente possível, porém, nos cantos, na mensagem, nos símbolos, não deve ser nem tão festiva nem tão jubilosamente explosiva como a Noite de Páscoa, noite em que celebramos o desfecho glorioso desta entrega, sem a qual tivesse sido inútil; tivesse sido apenas a entrega de alguém mais que morre pelos pobres e não os liberta. Porém não está repleta da solene e contrita tristeza da Sexta-feira Santa, porque o que nos interessa “sublinhar” neste momento, é que “o Pai entregou o Seu Filho para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”(Jo 3, 16) e que o Filho entregou-se voluntariamente a nós apesar de que fosse através da morte em uma cruz ignominiosa.
Hoje há alegria e a Igreja rompe a austeridade quaresmal cantando o “glória”: é a alegria de quem se sabe amado por Deus; porém ao mesmo tempo é sóbria e dolorida, porque conhecemos o preço que Cristo pagou por nós.
Poderíamos dizer que a alegria é por nós e a dor por Ele. Entretanto predomina o gozo porque no amor nunca podemos falar estritamente de tristeza, porque aquele que dá e se entrega com amor e por amor, o faz com alegria e para dar alegria.
Podemos dizer que hoje celebramos com a liturgia (1a. Leitura) a Páscoa. Porém a da Noite do Êxodo (Ex 12) e não a da chegada à Terra Prometida (Js 5, 10-ss).
Hoje inicia a festa da “crise pascoal”, isto é, da luta entre a morte e a vida, já que a vida nunca foi absorvida pela morte mas sim combatida por ela. A noite do sábado de Glória é o canto à vitória porém tingida de sangue, e hoje é o hino à luta, mas de quem vence, porque sua arma é o amor.

ORKUT - O PIONEIRO




O Google decidiu forçar todos os usuários da versão antiga do Orkut a usarem a interface nova. A mudança começou nesta quarta-feira, segundo post no blog oficial.

De acordo com o texto, publicado por Hermes de Freitas, Bárbara Veloso e Natália Duarte, quem está ainda no Orkut antigo vai começar a ver uma interface “bem mais limpa e simples”. “Você pode ter percebido que há mais opções para personalizar o seu perfil. Você também pode ter notado que mover-se pelo seu perfil ficou bem mais rápido. Isso é porque hoje estamos começando a expandir a nova versão da plataforma para todos os usuários do Orkut”, escreveu a equipe da rede social.

A interface que o Google chama de “nova”, contudo, foi criada há cerca de três anos e causou bastante controvérsia. Muitos integrantes do Orkut não gostaram do novo visual, classificado como poluído, e preferiram continuar com o design original, que viam como mais prático e intuitivo. Não foram poucas as críticas, uma vez que a empresa tentou clonar o Facebook com a sua nova timeline e o botão “Gostou?“. Diante da alteração, vários internautas resolveram mostrar sua revolta migrando para o concorrente. A imposição da interface “nova” pode resultar em um novo êxodo. A interface mudou de novo no início do ano passado, mas o descontentamento continuou. Entre o fim do ano passado e o início deste, o Facebook passou o Orkut no Brasil.
É, também, um mal sinal para o Orkut. Mantê-lo funcionando em versões diferentes pode significar custos altos de infraestrutura. Como a rede vem encolhendo, não é difícil imaginar que a matriz do Google tenha mandado cortar os gastos, independentemente das consequências. Na visão dos executivos americanos, o que importa é o Google+. Quanto tempo mais será que o Orkut ainda vai durar?

quarta-feira, 4 de abril de 2012

QUARTA-FEIRA SANTA PARÓQUIA SR. BOM JESUS DA CANA VERDE - RIBEIRÃO BONITO - SP

10 HORAS - Missa do Crisma com a Benção do Óleo dos Enfermos e dos Catecúmenos na Catedral de São Carlos: Consagração do Óleo do Crisma. Todos os padres da Diocese participam desta Missa, onde renovam os compromissos sacerdotais. Dom Paulo, nosso Bispo Diocesano, convida todo o povo para participar desta Celebração

ENTENDA MELHORA Missa do Crisma deve ser celebrada na Igreja Catedral, Sé de toda a Igreja Particular.   No nosso caso na Catedral de São Carlos.  Por isso, o Senhor Bispo e os sacerdotes concelebram na  Catedral. Constituídos, na última Ceia, “servos do Mistério”, realizam eles a unidade do seu sacerdócio no único grande Sacerdote, Jesus Cristo. Nesta Santa Eucaristia manifesta-se o mistério do sacerdócio de Jesus Cristo, participado pelos ministros constituídos em cada Igreja local, que renovam hoje seu compromisso ao serviço do povo de Deus.

O Bispo Diocesano, cercado pelos outros sacerdotes, abençoa os Santos Óleos, que serão usados nos diversos sacramentos: o óleo do crisma, misturado com perfumes, para significar o dom do Espírito no batismo, na crisma, na ordem; o óleo para os catecúmenos, que será ministrado no Batismo quando o batizado torna-se participante da Igreja e herdeiro da vida futura no céu; e o óleo para os enfermos, sinal da força que liberta do mal e sustenta na provação da doença. Através de uma realidade terrena já transformada pelo trabalho do homem – o óleo – e de um gesto simples e familiar – a unção –, exprime-se a riqueza da nova existência em Cristo, que o Espírito continua a transmitir à Igreja até o fim dos séculos. 


15 HORAS - Missa dos Doentes na Matriz



19:30 HORAS - Procissão do Encontro

A imagem de Nossa Senhora das Dores sairá da Santa Casa, conduzida pelas mulheres, e a de Nosso Senhor dos Passos sairá da Igreja de São Benedito, conduzida pelos homens. O encontro será na Matriz.
Ano B - Dia: 04/04/2012
Judas trai Jesus
 Mt 26,14-25

 Então um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi falar com os chefes dos sacerdotes. Ele disse: - Quanto vocês me pagam para eu lhes entregar Jesus? E eles lhe pagaram trinta moedas de prata. E daí em diante Judas ficou procurando uma oportunidade para entregar Jesus. No primeiro dia da Festa dos Pães sem Fermento, os discípulos chegaram perto de Jesus e perguntaram: - Onde é que o senhor quer que a gente prepare o jantar da Páscoa para o senhor? Ele respondeu:- Vão até a cidade, procurem certo homem e digam: "O Mestre manda dizer: A minha hora chegou. Os meus discípulos e eu vamos comemorar a Páscoa na sua casa." Os discípulos fizeram como Jesus havia mandado e prepararam o jantar da Páscoa. Quando anoiteceu, Jesus e os doze discípulos sentaram para comer. Durante o jantar Jesus disse: - Eu afirmo a vocês que isto é verdade: um de vocês vai me trair. Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a perguntar: - O senhor não está achando que sou eu; está?Jesus respondeu: - Quem vai me trair é aquele que come no mesmo prato que eu. Pois o Filho do Homem vai morrer da maneira como dizem as Escrituras Sagradas; mas ai daquele que está traindo o Filho do Homem! Seria melhor para ele nunca ter nascido! Então Judas, o traidor, perguntou:- Mestre, o senhor não está achando que sou eu; está? Jesus respondeu: - Quem está dizendo isso é você mesmo.

sábado, 31 de março de 2012

PARA MEDITAR

DOMINGOS DE RAMOS - AGENDA 01/04/2012

DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR


08:30 - Benção dos Ramos na Igreja de São Benedito e procissão até a Matriz - Missa
15:00 - Jornada da Juventude
19:00 - Missa na Matriz
20:30 - Continuação da jornada com Adoração e Bênção


GESTO CONCRETO

Neste Domingo de Ramos se faz a coleta nacional da Campanha da Fraternidade.

Domingo de Ramos: Dia da Coleta Nacional da Solidariedade CF 2012: Frente Nacional de Prefeitos e CNBB

 Fonte: Portal Católico

Semana Santa em Ribeirão Bonito - Aguarde programação completa


Experiência de vida!

Fonte: Facebook


"Venho por meio deste relatar a minha experiência enquanto mãe de um filho anencéfalo. Sou estudante de Direito do 9º semestre da Universidade Católica de Brasília. Há três anos, em virtude de um namoro, engravidei e devido a circunstâncias afetivas acabei por ficar sozinha. À época tinha 19 anos.

Tive que enfrentar todas as questões familiares, a vergonha, enfim, todo o constrangimento de uma gravidez no fim da adolescência. Felizmente, não obstante todo o sofrimento que experimentaram, meus pais, por serem católicos, me acolheram.

Passaram-se três meses e, enfim, o pai da criança resolveu acompanhar-me numa ecografia: era o dia em que conheceríamos o sexo do bebê. Naquela oportunidade, a médica ecografista foi bastante cuidadosa, mas não havia como omitir a anomalia que sofria meu filho, ele era anencéfalo.

Obviamente tal notícia assustou-me e eu, a principio, não fui capaz de absorver a realidade, até porque nunca tinha ouvido falar em algo semelhante. Já naquele momento, a doutora trouxe a possibilidade do aborto, mesmo não se mostrando muito favorável.

No mesmo dia, à tarde, procuramos outro médico em um hospital particular de Brasília (Hospital da Unimed) e este me disse: "Menina, pra quê você quer uma coisa que não presta?"; "Se fosse minha paciente eu te levaria agora para a curetagem."

Não sabia o que era curetagem, quando me explicaram tratar-se, naquela situação, de um eufemismo para a palavra aborto.

Felizmente, pude contar com o acompanhamento de uma outra médica particular e, então, dei continuidade ao pré-natal.

Desde o primeiro dia, quando foi constatada a má-formação, a ecografista e também a minha ginecologista-obstetra, informaram-me acerca de uma equipe médica especialista nestes casos que atendia no HMIB – Hospital Materno-Infantil de Brasília. Na oportunidade, disseram-me que se tratava de uma equipe médica especialista em casos de gestação de alto risco, seja para mãe ou para o filho.

Alguns dos amigos da faculdade aos quais relatei a situação, me disseram que o Ministério Público concedia autorizações para mulheres que desejassem fazer o aborto, principalmente àquelas que recorressem a referida equipe médica do HMIB. Por isso, a princípio, resisti em marcar uma consulta naquele hospital. Contudo, visando as melhores condições para mim e para o meu filho, busquei um encaminhamento no posto de saúde do Núcleo Bandeirante, tendo em vista que se tratavam de especialistas e eu queria que, após o parto, o meu filho recebesse os cuidados necessários, caso viesse a sobreviver depois do corte do cordão umbilical.

Realmente, eu já estava decidida a não abortar o meu filho. Tal possibilidade somente passava na minha mente à força das palavras, muitas delas duras, que ouvia dos médicos, mas tal possibilidade não emanava do meu interior. Queria conviver com o Thalles o tempo que fosse possível, já estava no sétimo mês da gestação e não fosse o fato de que ele era anencéfalo, tudo mais corria na maior naturalidade. Sentia-me bem, não tive alterações fisiológicas, além daquelas naturais da gestação como, por exemplo, o aumento de nove quilos no meu peso.

Enfim, qual foi a minha surpresa ao constatar a realidade do atendimento naquela equipe de excelência, pois, todo o tempo fui compelida a realizar o aborto. Naquele hospital, eram marcadas uma vez na semana, consultas, com a referida equipe. Ficavam numa ante-sala, sem assentos suficientes, por volta de 12 mulheres e seus respectivos acompanhantes ou não, aguardando a consulta. Todas elas estavam grávidas de crianças com as mais diversas má-formações – das quais nunca tinha ouvido falar. Algumas, muito pobres, outras que já haviam tido filhos com aquelas deformidades anteriormente, conversavam entre si, enquanto eu as observava. Percebi que eu era a única que tinha um filho anencéfalo.

Enquanto aguardávamos, pude presenciar um momento que me chocou deveras. É que elas estavam conversando a respeito de uma mãe que tinha passado por ali, algumas semanas antes, e que naquele dia estava realizando a interrupção da gravidez. Pude presenciar aquela mãe sentada no corredor do hospital, chorando muito após o parto. Ela estava lá sozinha – porque não permitem acompanhantes no pós-parto de maiores – e sequer, conforme relatou e porque não permitiram, conseguiu ver o seu filho direito, o que lhe causou muito sofrimento.

Chegou a minha vez, e como relatei, os médicos, na pessoa do médico-chefe, me diziam que eu já deveria ter feito a chamada interrupção e que uma cesariana traria para mim riscos muito maiores que a interrupção, que eu não deveria mostrar o meu filho para ninguém após o parto e até mesmo que eu poderia ficar cheia de estrias etc. Tudo para que eu interrompesse a gravidez.

Realmente, se fosse necessário recorrer aquele hospital para dar continuidade à gestação, o meu sofrimento teria sido triplicado.

Enfim, graças a Deus, eu e o Thalles superamos todos os preconceitos e dificuldades. Amei-o com toda intensidade que conseguia. Cantei, rezei, brinquei, ou seja, fiz tudo o que uma mãe faz com o seu filho no ventre.

Ele nasceu às 13:15hs do dia 09.07.2002, foi registrado como cidadão brasileiro e faleceu às 11:25hs do dia 10.07.2002. Tive a oportunidade de segurá-lo no colo e de me despedir dele. Hoje trago uma linda e real lembrança, de uma gravidez, que teve algumas dificuldades intrínsecas à situação, mas que me trouxe muitos benefícios enquanto pessoa humana e me deu uma grande alegria: a de ser mãe. Sou mãe do Thalles, vivo ou morto, bonito ou feio, presente ou ausente. Sou mãe dele porque ele efetivamente existiu e foi gerado em mim, o tempo que ele permaneceu com a minha família e toda a multidão que ia vê-lo na incubadora, foi um grande lucro.

ANTES DA LIBERAÇÃO DO ABORTO, O QUE AS MÃES DE FILHOS ANENCÉFALOS NECESSITAM É DE ESCLARECIMENTO, VALENDO RESSALTAR AS INCOERÊNCIAS QUE TÊM SIDO DIVULGADAS, E APOIO. A ATITUDE DO GOVERNO DEVE SER A DA PREVENÇÃO, COM A DISTRIBUIÇÃO DE ÁCIDO FÓLICO, COM O COMBATE AO USO DE DROGAS, ENFIM, NÃO VAI SER POR ESSE CAMINHO, APARENTEMENTE MAIS FÁCIL, QUE AS MÃES TERÃO A SUA DIFICULDADE SANADA, MAS NO ACOLHIMENTO E NA SOLIDARIEDADE".

Brasília, 19 de agosto de 2004.
Janaina da Silva César

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

FALECEU ANTONIO JOSÉ GALDINO - O SEU TONICO GALDINO

VEJA MATÉRIA EXTRAÍDA DO BLOG DO RONCO:

www.blogdoronco.com.br
http://blogdoronco.blogspot.com/2012/01/ribeirao-bonito-esta-de-luto-morre-aos.html


Morre em Ribeirão Bonito aos 103 anos, Antonio José Galdino. Um verdadeiro ícone da moralidade e da ética. Dificilmente uma pessoa consegue unanimidade, Tonico como era carinhosamente conhecido, era essa unanimidade do bem e da moral.

Ribeirão Bonito deve muito ao bom velho que deixou seus ensinamentos na arte da comunicação. Com muito brilhantismo dedicou parte de sua vida ao Jornal Correio D’Oeste e ao Jornal A Comarca. No Jornal Agosto esteve presente por algumas vezes.

Reverenciado e respeitado por todos que o conheciam, levou consigo a dignidade de ter vivido intensamente em prol de sua família a quem amava tanto. Católico fervoroso, não mediu esforços em participar de tantas quantas campanhas fossem realizadas em prol de sua religião.

O nome de Antonio José Galdino deverá estar no topo das homenagens que uma cidade como Ribeirão Bonito poderá oferecer a quem amou de forma indiscutível esse pequeno pedaço de terra. Amou sua gente como ninguém. Divulgou a cidade como poucos. Enobreceu a todos aqueles que se dispuseram a elevar o nome de Ribeirão Bonito para os quatro cantos do mundo.

A voz tradicional da comunicação ribero bonitense(como dizia Tonico) emudeceu.

Os 103 anos de idade(completados no ano passado), não foram empecilhos para que Antonio José Galdino comparecesse à urna eletrônica na Escola Coronel Pinto Ferraz em Ribeirão Bonito. Nascido em 8 de dezembro de 1908, na Fazenda Santo Antonio em São Carlos, de propriedade da família Arruda Botelho, sobre a qual teceu muitos elogios, como:
“Aprendi a ser gente com gente” disse Tonico certa vez ao Blog do Ronco.

Tonico falava com orgulho por nunca ter deixado de votar em eleições para Presidência da República. Seu título de eleitor traz todas as anotações referentes às eleições das quais participou como cidadão exemplar.

O Garoto e a Rosa




O estacionamento estava deserto quando me sentei para ler embaixo dos longos ramos de um velho carvalho.

Desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois o mundo estava tentando me afundar. E se não fosse razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante se aproximou, cansado de brincar.

Ele parou na minha frente, cabeça pendente, e disse cheio de alegria:

- "Veja o que encontrei".

Na sua mão uma flor, e que visão lamentável, pétalas caídas, pouca água, ou luz. Querendo me ver livre do garoto com sua flor, fingi pálido sorriso e me virei. Mas ao invés de recuar ele se sentou ao meu lado, levou a flor ao nariz e declarou com estranha surpresa:

- "O cheiro é ótimo, e é bonita também... Por isso a peguei; tome, é sua."

A flor à minha frente estava morta ou quase morrendo; nada de cores vibrantes como laranja, amarelo ou vermelho, mas eu sabia que tinha que pegá-la, ou ele jamais sairia de lá.

Então me estendi para pegá-la e respondi:

- Era o que eu precisava?

Mas, ao invés de colocá-la na minha mão, ele a segurou no ar sem qualquer razão. Somente nessa hora notei, pela primeira vez, que o garoto era cego, que não podia ver o que tinha nas mãos.

Ouvi minha voz sumir, e lágrimas despontaram ao sol enquanto lhe agradecia por escolher a melhor flor daquele jardim.

- "De nada", ele sorriu.

E então voltou a brincar sem perceber o impacto que teve em meu dia.
Me sentei e pus-me a pensar como ele conseguiu enxergar um homem auto-piedoso sob um velho carvalho. Como ele sabia do meu sofrimento auto indulgente?

Talvez no seu coração ele tenha sido abençoado com a verdadeira visão. Através dos olhos de uma criança cega, finalmente entendi que o problema não era o mundo, e sim EU.

E por todos os momentos em que eu mesmo fui cego, agradeci por ver a beleza da vida e apreciei cada segundo que é só meu.

E então levei aquela feia flor ao meu nariz e senti a fragrância de uma bela rosa, e sorri enquanto via aquele garoto, com outra flor em suas mãos, prestes a mudar a vida de um insuspeito senhor de idade.

garoto e rosa

Publicado no Portal da Família em 24/01/2012

Em Missa, padre prega o fim da compra e venda de votos

João Morales demonstrou preocupação com a situação do município

Marcel Rofeal, da Redação

Foto: Marcel Rofeal/BMR
Às vésperas de completar 17 anos à frente da Paróquia de Ribeirão Bonito e faltando pouco mais de oito meses para as eleições municipais, o Padre João Francisco Trovilho Morales cobrou consciência dos munícipes e dos candidatos a prefeito e vereadores durante sua homilia na noite deste domingo (29), na Igreja Matriz. Segundo o pároco, os políticos devem parar de comprar votos e os cidadãos, por sua vez, não devem vendê-los ou trocá-los por favores.

“Chega”, exclamou Morales. A indignação surgiu ainda em sua homilia, quando abordou a falta de oportunidade para os jovens e a situação atual de Ribeirão Bonito. Segundo o padre, as autoridades devem tomar providências para que a juventude se capacite para encarar o mercado de trabalho, cada vez mais retraído, e cobrou medidas no sentido de investimentos do Poder Público em cursos profissionalizantes para o município.

Para ele, não se pode sentir saudades de como a cidade era no passado, ressaltando que “a situação, agora, é outra”, disse. “Ninguém para no tempo! Quando uma pessoa para no tempo, ela volta para trás”, afirmou o padre que cobrou progresso para Ribeirão Bonito. Ao se recordar que é ano eleitoral, Morales foi firme ao direcionar seu recado a políticos e eleitores.

“Gente, não troque seu voto por o que quer que seja. Chega! Políticos, não comprem votos. Chega”, exclamou aos fiéis. Mencionando uma conversa com um filho de Ribeirão Bonito, disse que “ninguém faz nada” pelo progresso do município, “e quando alguém faz, é alvo de ‘pancada”. Não é a primeira vez que o pároco demonstra insatisfação com a situação política ribeirão-bonitense. Durante a 1ª Consocial, em novembro, sugeriu requisito de capacitação a quem pretendesse se candidatar.

domingo, 1 de janeiro de 2012

GANHADORES DO SORTEIO DE 20 PRÊMIOS DO SUPERMERCADO FERREIRA 31/12/2011

Veja a lista dos ganhadores:



01. Marcelli Laís G. Urbano - TV 20 POLEGADAS

02. Ronaldo Sergio de Melo - MICROONDAS

03. Maria Ivanilda da Silva Sales - BICICLETA 18 MARCHAS

04. Aparecido donizeti Marques - BICICLETA 18 MARCHAS

05. Judicael Pereira de Oliveira - BICICLETA 18 MARCHAS

06. Paulo Francisco Supischi - BICICLETA INFANTIL

07. Pulcena do Carmo Pinto - ASPIRADOR DE PÓ

08. Silvio Dionízio - TANQUINHO

09. Keli Cristina Franco - APARELHO DVD

10. Cesar rogério Cezarino - SOM AUTOMOTIVO

11. Marcia Regina Leita - FURADEIRA

12. Rosana Maria Vieira - CAFETEIRA

13. Neuza Ap. Moreti Rohrer - LIQUIDIFICADOR

14. Moacir Mascaro - VENTILADOR

15. Airton Nazário - ESPREMEDOR DE FRUTAS

16. Marcelina Aielo - CHAPINHA PARA CABELO

17. Andreza Ferraz da Silva - FERRO DE PASSAR

18. Tatiane Aparecida da Silva - CHURRASQUEIRA

19. Adailton Oliveira Barbosa - TRICICLO INFANTIL

20. Flavio Arnaldo da Silva - ESCOVA MODELADORA DE CABELO

sábado, 24 de dezembro de 2011

Como surgiram os presépios




Flávio Sampaio de Paiva *

Perguntei a um especialista em línguas: O que é o presépio? Ele respondeu-me:

Presépio é uma obra de arte sacra, composta de figuras de materiais diversos, que representa o estábulo de Belém e as cenas relacionadas com o nascimento de Jesus. Contém a representação da manjedoura (cocho) em que Jesus foi posto ao nascer.

A palavra presépio vem do latim praesepium, que por sua vez vem de prae - "antes", "na frente de" - e de saepes - "sebe", "cerca", "grade" -. O significado original dessa palavra era, pois, o de um recinto fechado onde se encerravam os animais: um curral, uma estrebaria. E como os animais confinados no curral precisavam comer, o significado dessa palavra estendeu-se também ao lugar em que os animais comem, à manjedoura.


Perguntei a um crítico de arte brasileiro: O que é o presépio? E ele respondeu-me:

Os cristãos celebram o Natal desde fins do século III, quando já peregrinos se dirigiam ao local de nascimento de Cristo, a gruta de Belém. No século seguinte, a cena da Natividade aparece em relevos de sarcófagos, instrumentos litúrgicos ou afrescos, que mos­tram a Virgem Maria, a Adoração dos Reis Magos e o Menino a repousar na manjedoura.

A primeira dessas imagens de que se tem notícias foi esculpida em um sarcófago do século IV, e encontra-se hoje no Museu das Termas, em Roma. É um baixo-relevo em que uma árvore faz o papel de cabana, um pastor medita apoiado em um bastão, o Meni­no está em um cocho rústico envolto em panos, ladea­do por um burro e um boi.

Bem depois, em 1223, na Itália, ocorre um fato marcante na história dos presépios. São Francisco de Assis, em vez de festejar a noite do Natal na igreja, como se fazia habitualmente, decidiu levar uma manjedoura, um boi, um burro e outros elementos do pre­ sépio a uma gruta nos arredores da cidadezinha de Greccio, fazendo uma representação ao vivo da cena. Assim, Francisco ganhou a fama de ter criado o presépio, embora somente séculos mais tarde os presépios tenharn adquirido a forma atual.

No século XV, passou a haver representações do Natal em forma de esculturas, muitas vezes em tama­nho natural, expostas em oratórios (capelas) nas igrejas. Sempre havia ai uma preocupação didática: pretendia-se que os espectadores, ao olharem o presépio, tivessem a sensação de estar penetrando no palco da História Sagrada.

No século seguinte, as figuras libertam-se das capelas e começam a aparecer soltas, em grupos. Nasce assim o presépio como o concebemos hoje: capaz de ser modificado por cada artista que o constrói ou por cada pessoa que o monta, em sua casa, ano após ano. Aliás, a graça do presépio está em ser criativo, tornan do cada um deles diferente, pessoal e único. O primeiro presépio deste tipo que se conhece em uma casa privada foi provavelmente elaborado em 1567: sabemos pelo seu testamento que a Duquesa de Amalfi, Constanza Piccolomini, possuía dois baús com 116 figuras, utilizadas para representar o Nascimento e a Adoração dos Reis Magos.

No século XVIII, conventos e cortes dedicaram-se à construção de presépios. Em Nápoles, Carlos III, rei das Duas Sicílias, investiu fortunas para construir presépios de madeira talhada ou pedra esculpida com um enorme número de personagens coloridos e cenas da vida popular; daí proveio a tradição dos presépios napolitanos.

Se Nápoles, Sicília, Munique e a região alpina alemã estabeleceram uma tradição em presépios, o Brasil não ficou atrás. Já em 1532, o padre José de Anchieta, ajudado pelos índios, modelava em barro pequenas figuras representando o presépio, com o propósito de inculcar nos indígenas a tradição de honrar o Menino Jesus no dia de Natal. Mais tarde, começaram a aparecer cenas com características nacionais, como lavadeiras que carregavam trouxas, fazendeiros que cuidavam de animais, mulheres que davam milho a galinhas, monjolos, montes, árvores da terra e igrejinhas iluminadas.

No século XX, surgem legítimos representantes nacionais da arte do presépio. Um caso é o presépio do Pipiripau, em Belo Horizonte, com quarenta e duas cenas. Outro destaque é o trabalho das figureiras do Vale do Paraíba, em São Paulo, principalmente Taubaté. E como esquecer o mestre Vitalino de Caruaru, Pernambuco, com as suas pequenas figuras modeladas em barro? E as obras realizadas em São Paulo por Evarista Ferraz Salles, pioneira no Brasil em trabalhos de artesanato de palha, milho e bucha, com os seus presépios dentro de cabaças, que são reconhecidos nacional e internacionalmente? [1]

Perguntei a um teólogo: O que é o presépio? Ele respondeu-me sabiamente:

A festa de Natal ocupa um lugar muito especial no coração dos cristãos. Possui um brilho e um calor humano que nos comovem mais do que qualquer outra cristã.

Muito desse encanto se deve a São Francisco de Assis e à famosa celebração do Natal em Greccio, no de 1223. Essa celebração contribuiu decisivamente para que se desenvolvesse e se estendesse o formosíssimo costume de montar presépios para comemorar o evento.

Tomás de Celano, o primeiro biógrafo de São Francisco, relata-nos: "Celebrava com incrível alegria, mais que nenhuma outra solenidade, o Natal do Menino Jesus, pois afirmava que era a festa das festas, em Deus, feito um menino pobrezinho, pendeu de tos humanos. Beijava como um esfomeado as imagens dessa criança, e a derretida compaixão que tinha coração pelo Menino fazia com que balbuciasse palavras doces, como uma criancinha. Para ele, esse me era como um favo de mel nos seus lábios" [2].

São Francisco tinha um amor imenso por Jesus, Deus-conosco, que o levou a visitar a Terra Santa e a relíquia da manjedoura em que Jesus teria sido posto ao nascer, e que hoje se encontra em Santa Maria Maior, em Roma. Essas viagens podem tê-lo animado a montar a celebração de Greccio. Mas, sem dúvida, o que mais influiu nele foi o desejo de viver com maior realismo e proximidade o nascimento de Jesus.

Havia naquela cidade um homem chamado João, "de boa fama e vida ainda melhor, por quem São Francisco tinha especial amizade", e a quem o santo encarregou de preparar a representação da cena, dizendo-lhe: "Quero evocar o menino que nasceu em Be­lém, os apertos que passou, como foi posto num presépio, e ver com os meus próprios olhos como ficou em cima da palha, entre o boi e o burro"[3].

Já na véspera do Natal, o povo aproximou-se, alegre com a expectativa de ver o mistério representado ao vivo. Os frades cantavam, dando louvores ao Senhor. A missa de Natal foi celebrada ali mesmo, e diz-se que o sacerdote que a celebrou sentiu uma piedade que jamais experimentara até então. São Francisco, que era diácono, cantou com voz sonora o santo Evangelho. Depois pregou ao povo presente, dizendo coisas maravilhosas sobre o nascimento do Rei pobre e sobre a pequena cidade de Belém [4].

O cardeal Ratzinger, antes de tornar-se Papa, comentou a nova dimensão que São Francisco tinha outorgado à festa cristã do Natal. A descoberta da revelação do «Emanuel», Deus-conosco, realizada no Menino Jesus, penetra profundamente nos corações dos cristãos, porque nenhum obstáculo de sublimidade ou de distância nos separa mais dEle. Como menino, aproximou-se tanto de nós que podemos tratá-lo sem receio, com simplicidade e total confiança:

"No Menino Jesus, torna-se patente, mais que em nenhuma outra parte, o amor indefeso de Deus: Deus vem sem armas, pois não pretende assaltar de fora, mas conquistar de dentro, e a partir daí transformar-nos. Se algo pode desarmar e vencer os homens, a sua vaidade, a sua sede de poder ou a sua violência, assim como a sua cobi­ça, é a fragilidade de um menino. Deus escolheu essa fragilidade para nos vencer e para tornar-nos conscientes do que realmente somos. [...]

"Quem não entendeu o Mistério do Natal não entendeu o que é mais decisivo e fundamental no ser cristão. Quem não o aceitou, não pode entrar no reino dos céus. Isso é o que Francisco pretendia recordar à cristandade da sua época e à de to­dos os tempos posteriores"[5].

Podemos ainda perguntar-nos: Por que o boi e o asno fazem parte do presépio desde o começo? Novamente é o cardeal Ratzinger quem nos responde:

"O boi e o asno não são mera produção da fantasia. Converteram-se, pela fé da Igreja, [...] nos acompanhantes do acontecimento natalino.

Com efeito, em Isaías 1,3 diz-se concretamente: «O boi conhece o seu dono, e o asno o presépio do seu amo, mas Israel não entende, o meu povo não tem conhecimento».

"Os Padres da Igreja viram nessas palavras uma profecia que apontava para o novo povo de Deus, a assembleia dos judeus e dos cristãos. Diante de Deus, todos os homens, tanto judeus como pagãos, eram como bois e asnos, sem razão nem conhecimento. Mas o Menino, no presépio, abriu-lhes os olhos, de maneira que agora reconhecem a voz do seu dono, a voz do seu Senhor.

"Nas representações medievais do Natal, não deixa de causar estranheza o fato de esses animais chegarem a ter rostos quase humanos e a prostrar-se e inclinar-se perante o mistério do Menino, como se o entendessem e o estivessem adorando. Mas isso era lógico, uma vez que esses dois animais eram como símbolos proféticos sob os quais se oculta o mistério da Igreja, o nosso mistério, já que nós somos boi e asno diante do Eterno, boi e asno cujos olhos se abrem na noite de Natal, de forma que, no presépio, reconhecem o seu Senhor. [...]

"Quando colocamos as figuras que nos são fa­miliares no presépio, devemos pedir a Deus que conceda aos nossos corações a simplicidade que sabe descobrir o Senhor no Menino, tal como Francisco na sua época. Então poderemos experi­mentar o que nos conta Celano acerca dos partici­pantes da celebração de Greccio com umas pala­vras muito parecidas às de São Lucas a propósito dos pastores da primeira noite de Natal (Lc 2, 20): «Todos regressaram para suas casas repletos de alegria»"[6].

Depois de perguntar aos entendidos, resolvi perguntar a uma criança: O que é o presépio? Ela simplesmente me respondeu:

E o lugar onde Deus nasce.



Perguntei também a um escritor de contos: O que é o presépio? Ele respondeu-me:

É o lugar ideal para voltarmos a ser crianças e deliciar-nos com os sonhos de Deus. É a inspiração indispensável para escrever e ler contos de Natal.



[1] Cfr. Oscar D'Ambrósio, A arte dos presépios .

[2] Tomás de Celano, "Segunda vida de Sâo Francisco, em Fontes
nciscanas, 9 a ed., Vozes/FFB, Petrópolis, 2000, n 199.

[3] Tomás de Celano, "Primeira vida de São Francisco", em Fontes franciscanas , n. 84. F omes

[4] Cfr. ibid ., ns. 85-86.

[5] Joseph Ratzinger, El rostro de Dios , Ediciones Sígueme, Sala-1983, págs. 19-25.
[6] Ibid.



* Esse texto é parte do livro O Presépio das Crianças , do Padre Flávio Sampaio de Paiva, publicado pela Editora Quadrante.


Publicado no Portal da Família em 22/12/2011

LINDA MENSAGEM DE NATAL!

Um feliz Natal aos nossos visitantes.
Ribeirão Bonito - cidade presépio.



domingo, 11 de dezembro de 2011

EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 11/12/2011



João Batista: a voz de quem grita no deserto


Jo 1,6-8.19-28

Houve um homem chamado João, que foi enviado por Deus para falar a respeito da luz. Ele veio para que por meio dele todos pudessem ouvir a mensagem e crer nela. João não era a luz, mas veio para falar a respeito da luz.
Os líderes judeus enviaram de Jerusalém alguns sacerdotes e levitas para perguntarem a João quem ele era. João afirmou claramente:
- Eu não sou o Messias.
Eles tornaram a perguntar:
- Então, quem é você? Você é Elias?
- Não, eu não sou! - respondeu João.
- Você é o Profeta que estamos esperando?
- Não! - respondeu ele.
Aí eles disseram a João:
- Diga quem é você para podermos levar uma resposta aos que nos enviaram. O que é que você diz a respeito de você mesmo?
João respondeu, citando o profeta Isaías:
- "Eu sou aquele que grita assim no deserto: preparem o caminho para o Senhor passar."
Os que foram enviados eram do grupo dos fariseus; eles perguntaram a João:
- Se você não é o Messias, nem Elias, nem o Profeta que estamos esperando, por que é que você batiza?
João respondeu:
- Eu batizo com água, mas no meio de vocês está alguém que vocês não conhecem. Ele vem depois de mim, mas eu não mereço a honra de desamarrar as correias das sandálias dele.
Isso aconteceu no povoado de Betânia, no lado leste do rio Jordão, onde João estava batizando.

sábado, 10 de dezembro de 2011

PARA MEDITAR O NATAL

CURIOSIDADES DE NATAL

Fonte: Brasil Escola

Na época do natal podemos ver vários tipos de decoração, com as mais variadas cores e símbolos, representando o nascimento de Jesus. Estes enfeites podem ser distribuídos por toda a casa, com o objetivo de alegrar os ambientes bem como trazer energias positivas, ligadas ao espírito de renovação, de paz e amor que o natal nos traz.

Dentre eles temos o peixe que significa a bênção de Cristo, a casa como abrigo e proteção, o coelho que nos traz esperança, a xícara como sinal de hospitalidade, a pinha como definição de fartura e imortalidade, a pomba branca como sendo a paz, a cestinha de flores sendo os bons desejos, a ferradura como amuleto para atrair muita sorte, além de outros.


Criada para substituir pedras e maçãs

As bolas de natal fazem referência aos primeiros enfeites feitos nos pinheiros e carvalhos, substituindo os que eram usados – pedras e maçãs.

Dentre os principais símbolos, ou aqueles que mais vemos, podemos citar o azevinho, que simboliza a vida, o bom pressentimento, podendo ser usado nas portas das casas, nas maçanetas, em velas e na própria árvore de natal.

A estrela representa a proteção de Deus para nossas vidas, trazendo felicidade aos lares. Nem sempre são usadas com essa intenção, mas por acharem que é o próprio menino Jesus, aparecendo sempre ao topo da árvore de natal.


Símbolo da purificação

As velas também são objetos utilizados como enfeites natalinos. Elas representam a luz de Jesus Cristo vinda até nós, pois seu fogo é purificador, regenera, renova a vida, trazendo esperança.

Os presentes são uma tradição, uma referência aos três Reis Magos que levaram presentes para o menino Jesus. Essa é a forma mais conhecida de se representar o Natal, pois todos trocam presentes, seja em suas famílias, com amigos, no trabalho. E aos que não tem condições, aos que moram em abrigos e orfanatos, estes aguardam cheios de esperança que pessoas de bem os presenteiem, mesmo que seja com uma visita ou com roupas usadas e alimentos.


Propagação mundial do nascimento de Jesus

Consta que o presépio foi uma criação de São Francisco de Assis para representar o nascimento de Jesus de forma mais realista. Escrituras da igreja católica relatam que este foi montado durante uma missa celebrada no ano de 1223, a que passaram a considerar como missa de Natal. A ideia foi tão bem simbolizada que rapidamente passou a ser adotada em outras igrejas europeias, podendo também ser montada nas casas e sendo propagada por todo o mundo.

O boneco de neve é uma tradição dos países frios, onde são colocadas duas bolas, sobrepostas, para fazer o corpo, usando uma cenoura para fazer o nariz, galhos para fazer os pés e os braços, além de outros adereços para deixá-lo mais enfeitado.

Uma outra coisa interessante é a forma de se dizer Feliz Natal em outras línguas. Na Alemanha – Fröhliche Weihnachten; na Argentina – Feliz Navidad!; na Austrália – Happy Christmas; no Egito – Mboni Chrismen; na Espanha – Felices Pascuas, Feliz Navidad; nos Estados Unidos – Merry Christmas; na França – Joyeux Noel; na Índia – Shub Naya Baras e na Itália – Buon Natale.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia

AGENDA - PARÓQUIA SR. BOM JESUS DA CANA VERDE

DIA 11 DE DEZEMBRO – DOMINGO
Missas : 8 horas – Centenário / 10 horas – Matriz / 17 horas – Malvinas / 19 horas – Matriz
11 horas – Batizados
15 horas – Missa de Santa Luzia no Sítio da Família Peichim – No Sampaio Vidal